Jornalistas da Rede Gazeta são finalistas no Prêmio MPT de Jornalismo

A premiação vai acontecer no dia 5 de fevereiro, na sede do Ministério Público do Trabalho, em Brasília

Por Lara Rosado - atualizado em 09/01/2019 as 18:09

Diná, Guilherme e Siumara comemoram a notícia

Os repórteres Guilherme Silva, Mariana Perim, Siumara Gonçalves e Diná Sanchotene são finalistas no Prêmio Nacional de Jornalismo do Ministério Público do Trabalho (MPT). A reportagem que está concorrendo é a superespecial “Vidas Transformadas: transexuais rompem as barreiras do preconceito”. A premiação vai acontecer no dia 5 de fevereiro, na sede do MPT, em Brasília.

A repórter Siumara Gonçalves comentou que ser finalista em um prêmio como esse já é um grande reconhecimento, principalmente pelo tema da reportagem. “Mesmo abordando sobre transexuais que têm oportunidade, o assunto é muito pesado. No fundo, estamos falando de preconceito e da falta de espaço que essas pessoas sofrem na sociedade”, comentou.

Siumara contou ainda que tinha vontade de fazer uma reportagem sobre esse assunto desde que chegou na Redação Multimídia, na metade de 2017. Quando comentou com sua chefia o desejo de colocar a ideia em prática, descobriu que Guilherme e Mariana, da equipe da Revista.AG, também queriam produzir um material sobre transexuais.

A superespecial foi publicada no Gazeta Online no dia 25 de junho de 2018. O material também foi veiculado no jornal A Gazeta.

“Nós juntamos esforços. Nossa ideia era falar do mercado de trabalho e o pessoal da Revista.AG queria falar de saúde, comportamento e educação. Foram dois meses que levamos para juntar as informações e acionar quem precisava para a reportagem”, explicou Siumara.

Segundo Siumara, a equipe submeteu a reportagem no prêmio no período de prorrogação da inscrição e não esperava que seria finalista. “Essa reportagem foi sobre um assunto que todos estávamos felizes de poder escrever.”

O repórter Guilherme Silva, assim que soube que era finalista, não perdeu tempo e fez uma publicação nas redes sociais para comemorar.

“Em tempos tão sombrios, contar histórias de vidas de transexuais que resistem, faz a gente ter esperanças,”, comentou Guilherme no post.

Veja a reportagem publicada no Gazeta Online.

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